Assisti O Olho (2008) de David Moreau e Xavier Palud no Telecine Premium. Na verdade esse filme se chama no Brasil O Olho do Mal, mas não tem nada a ver. É só sobre um olho, não é do mal. Eu fui ver esse filme pra me distrair, vocês sabem que adoro esse gênero, fui ver sem expectativas, e me surpreendeu. É um bom filme do gênero. O filme é baseado no roteiro The Eye de Danny Pang, Oxide Pang Chun e Jo Jo. Já teve uma versão dos irmãos Oxide e Danny Pang. É lá do Oriente que tem vindo vários filmes ótimos desse gênero. Quero ver esse anterior.
Uma moça cega consegue um transplante de córnea. Já é a segunda tentativa, a primeira foi aos 12 anos e o corpo rejeitou. Jessica Alba interpreta muito bem a cega, a direção também é bem eficiente, porque mesmo ela já enxergando ela ainda age como uma cega, exatamente como seria, afinal ela se movimenta bem melhor e mais rápido pelo tato. A visão é uma novidade pra ela. Ela começa então a ver coisas estranhas. O final é interessante, mas o diretor estragou quando tenta logo após o final fazer um grand finale. Ele coloca nossa protagonista, que é violinista como solista em um concerto e o texto vem aquela frase clássica de moral da história, típica americana e péssima, além de mal contextualizada. E o final é bom, mas acho que a sensação ruim vem do que colocam logo após o final. Podiam finalizar o filme assim que o segredo é revelado. Uma pena. Alguns outros do elenco são: Parker Posey, Alessandro Nivola, Rade Serbedzija, Rachel Ticontin e Chloe Moretz. ![]() |
| From Mata Hari e 007 |
Beijos,
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| From Mata Hari e 007 |
Pedrita



Os intérpretes são 


E como algumas questões burocráticas são muito parecidas com o Brasil. Como um carimbo pode gerar uma questão tão séria como qualquer conflito armado.

Obra
Obra La Vitrorela de 

É muito engra-çado o cabelo da prota-gonista sempre arruma-dinho. Ela e o estudioso ficam em uma igreja, com muito pó e destruição caindo na cabeça deles e quando eles vão lá fora ver o que ocorreu, ela não tem pó mais em nenhum lugar e nem um fio de cabelo fora do lugar. Era uma época que achavam que a mocinha tinha que estar sempre impecável, mesmo que não fosse realista. Hoje a opção é por estar mais próximo da realidade. Gostei da ideia do Spielberg usar uma criança para ser protegida pelo pai. Nesse Guerra dos Mundos é a mocinha indefesa que precisa ser protegida. Ela grita o tempo todo, é frágil. Realmente não convenceria nos dias de hoje uma mulher tão sem fibra e covarde. Uma criança parece realmente mais frágil. Os dois são interpretados por 

